Um trajetória de trabalho e de muitas amizades

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Fotos: arquivo pessoal

Conheça a breve, mas intensa história de Luiz Alberto Rizzon, falecido em 27 de junho, vítima de infarto. “Mosquito”, como era conhecido, completaria 67 anos hoje

Ele nasceu no dia 5 de julho de 1952, em São Marcos, e é o mais velho de 5 irmãos: Ivan, Elia, Tânia e Élio, filhos de Élio Matheo Rizzon e Lucy Sganzerla Rizzon.

Começou a trabalhar ainda criança na Padaria Imperial, fundada em 1955 e assumida por seus pais em 1957. “Mosquito” representou a segunda geração de padeiros na família.

Foi pro seminário em 1964 onde ficou por 2 anos, estudou contabilidade no Carmo, em Caxias do Sul e conforme relata a filha, Graziela Fontana Rizzon, amava os animais e acreditava muito no ser humano. Luiz Alberto ficou conhecido não apenas pelo comércio e pelo perfil empreendedor e profissional dedicado, mas pelas amizades que conduzia com maestria.

Em 5/07/1978, data de seu aniversário, fundou a lancheria, anexo à padaria, que fica localizada na Rua Padre Feijó, no centro de São Marcos, e que se tornou referência e ponto de encontro de empresários, trabalhadores e amigos, sendo uma das mais tradicionais da cidade.

Em 27 de janeiro de 1979, casou-se com Marilena Cleusa Fontana Rizzon, com quem teve dois filhos, Leonardo e Graziela Fontana Rizzon.

Torcedor fanático do Internacional de Porto Alegre, sustentava o apelido “mosquito”, desde a juventude, por ser muito magro, conta Graziela.

Sempre solidário, ajudou muitas pessoas e contribuiu muito com entidades assistenciais do município, além de se manter sempre perto dos amigos que frequentavam a “padaria do mosquito”. Até que fatalmente e de forma abrupta, o coração, que tanto fez pelos outros, parou de bater.

No último dia 27 de junho, por volta de meio-dia, o homem conhecido pela amizade foi vítima de infarto.

“Mosquito”, apelido que veio na juventude

Conforme conta a filha à reportagem, ele estava trabalhando, havia terminado de fumar um cigarro e teria tomado um café, quando sentiu falta de ar e faleceu em frente à padaria, a caminho do Hospital. Testemunhas relataram que teria sido rápido e sem dor.

Sua rotina, nos últimos tempos foi reduzida, mas era dedicada à família e aos amigos, sem descuidar do ofício e da padaria, que agora será tocada pela família.

Na foto: Mosquito com os amigos João Tolrdo, (Bidu) e Juvenil Vanelli

“Mosquito” foi sepultado na sexta-feira, dia 28, no Cemitério Público de São Marcos. Ontem, quinta-feira, foi realizada missa de sétimo dia e hoje, dia 5 de julho, completaria 67 anos.

Neste dia, com auxílio da família, o São Marcos Online relembra brevemente a trajetória de trabalho e dedicação do homem que alimentava não só o corpo das pessoas, através do trabalho, mas também suas almas com amor e afeto.

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