"Felicidade – Um Romance com a Alma”: Mônica Cechinato transforma memórias, dor e espiritualidade em literatura de cura
Uma obra que transforma memórias, dor e espiritualidade em um convite profundo ao autoconhecimento, à cura emocional e à busca pela verdadeira felicidade.
Foto: São Marcos Online
A escritora Mônica Cechinato apresenta ao público o livro Felicidade – Um Romance com a Alma, uma obra que nasce da própria vivência pessoal e de um profundo processo de autoconhecimento, investigação emocional e espiritual. Escrito ao longo de cinco anos, o livro propõe uma jornada sensível e introspectiva, convidando o leitor a revisitar memórias, compreender padrões repetitivos da vida e acessar caminhos de libertação, consciência e plenitude.
Segundo Mônica, a motivação para transformar sua história em livro surgiu na busca pela felicidade e pela evolução interior. “Descobri que tudo o que precisamos para ser feliz está em nossa mente. Passei a revisitar as memórias que carregamos para encontrar a chave da cura, da consciência e da libertação”, explica. Esse movimento de olhar para o passado com propósito de evolução transforma, na narrativa, a dor em força, o passado em sabedoria e a vida em um espaço de maior leveza e sentido.
Definido pela autora como um “romance calmo”, o livro se distancia das fórmulas tradicionais de autoajuda. A proposta é um romance com alma, que promove um reencontro íntimo com a própria essência. “É deixar de lado o medo para olhar de perto os pilares da vida e ser a beleza e a prosperidade por dentro e por fora”, afirma. A leitura convida o leitor a desacelerar, sentir e refletir, criando um diálogo profundo com suas próprias experiências.
As memórias — tanto as passadas quanto as atuais — ocupam papel central na obra. Mônica destaca que tudo o que vivemos reverbera diariamente em nossas escolhas e emoções, o que explica por que muitas pessoas sentem que certos acontecimentos se repetem ao longo da vida. “Quando olhamos para o passado com o propósito de evoluir, acessamos o que está oculto na mente, trazemos isso à luz e nos libertamos de sintonias que nos paralisam”, explica. A partir desse processo, torna-se possível escolher novos caminhos, mais leves e mais felizes.
O livro também aborda temas como dons, talentos e potenciais divinos, apresentados como ferramentas fundamentais para o crescimento pessoal. Para a autora, o silêncio da mente e o estado meditativo permitem acessar mensagens profundas, que orientam escolhas, conexões e ações. “É como se Deus falasse conosco através dos pensamentos, mostrando com quem e com o que devemos nos conectar para evoluir”, relata.
Ao longo da obra, o leitor encontra reflexões e práticas que estimulam o autoconhecimento, como escrita consciente, meditação, cura emocional, libertação de laços invisíveis com o passado, compreensão dos pilares da vida, conexão espiritual e fortalecimento da própria força interior. A proposta é oferecer ferramentas que ajudem cada pessoa a escrever uma nova história e fazer com que a transformação aconteça na prática.
O processo criativo foi intenso e profundamente intuitivo. Mônica conta que começou a escrever ao acessar memórias por meio da investigação do inconsciente. Na primeira parte do livro, ela aborda o “chamado da alma”, explorando raízes profundas das relações familiares, afetivas, profissionais e, sobretudo, da relação consigo mesma. O momento de levar o livro ao mundo foi definido em dezembro de 2024, quando decidiu que já não podia mais adiar esse passo. A participação em obras coletivas e o incentivo de outras escritoras foram decisivos para a finalização do livro, concluído em novembro de 2025.
A vulnerabilidade é um dos elementos mais marcantes da escrita. A autora afirma que todos os trechos foram desafiadores, pois revelar as histórias ocultas da mente exige coragem e entrega. “Cada palavra foi escrita para que ecoe nas vivências e na cura de quem lê”, destaca.
Outro diferencial da obra é a presença da música, que também teve destaque no lançamento. Para Mônica, a música funciona como um convite simbólico à libertação da mente, dialogando com a narrativa e ampliando a experiência sensorial do leitor.
Ao imaginar quem irá segurar o livro pela primeira vez, a autora é direta: “Esse livro não é para qualquer leitor. Ele é para quem já viveu muito”. A obra se destina a pessoas que passaram por dores profundas, relações difíceis, perdas e recomeços, e que em algum momento se perguntaram quem se tornaram depois de tudo isso. É um livro para quem deseja deixar de apenas sobreviver e aprender a viver com mais sentido, leveza e verdade.
A principal mensagem que Mônica espera deixar é simples e profunda: é possível se reencontrar depois de tudo. “Mesmo após dores e quedas, ainda é possível voltar para casa, para dentro da própria alma”, afirma. O desejo é que o leitor termine a leitura mais gentil consigo mesmo, mais compreensivo com sua própria história e livre da culpa pelo que viveu.
O lançamento de Felicidade – Um Romance com a Alma representa, para a autora, a síntese de tudo o que buscou compreender sobre a vida, as emoções, a fé, as ações e, principalmente, a libertação emocional. “Não é um livro para ser devorado rapidamente. É um livro para ser sentido, lido devagar, para abraçar a alma”, define.
Como resume a frase da contracapa da obra: “Para evoluir é preciso pagar o preço. É necessário estar disposto a buscar, a enfrentar os medos e a viver intensamente, inclusive a dor que ensina.”












