/apidata/imgcache/db746b92d4b56a00aaf7d89589a197c7.png?banner=left&when=1770914294&who=338
/apidata/imgcache/6489286f0535723f1bc933597a4c23f2.png?banner=right&when=1770914294&who=338

Dois moradores de São Marcos são picados por jararacas no interior de Caxias do Sul, durante colheita da uva

A secretaria de saúde reforça orientações e cuidados mas não informou o local e nem quando o fato teria ocorrido

Atualizado em 11/02/2026 às 19:02, por Liliane Cioato.

Imagem ilustrativa: Internet.

Dois moradores de São Marcos foram vítimas de picadas de cobra jararaca nos últimos dias, enquanto trabalhavam em parreirais durante o período de colheita da uva. Os acidentes ocorreram no interior de Caxias do Sul, mas envolveram trabalhadores residentes em São Marcos, um casal com idades entre 45 e 55 anos. O São Marcos Online questionou a prefeitura sobre o local dos acidentes, mas a informação foi negada. Apenas relatado que seria no interior do município vizinho.

Diante da situação, a Prefeitura de São Marcos, por meio da Vigilância em Saúde do Trabalhador, redobrou as orientações à população rural e a todas as pessoas que circulam por áreas agrícolas. Segundo o órgão, as altas temperaturas favorecem o aparecimento de serpentes, especialmente em locais com mato alto, restos de poda, umidade e lavouras.

/apidata/imgcache/6ab4f0e8b4287808ccf7582ab7f7b6fd.png?banner=postmiddle&when=1770914294&who=338

Entre as principais recomendações estão o uso de botas de cano alto, evitar andar descalço, observar atentamente o local por onde se caminha e manter o ambiente de trabalho limpo e organizado, reduzindo os riscos de acidentes com animais peçonhentos.

Em caso de picada, a orientação é lavar o local apenas com água e sabão, manter o membro atingido elevado e procurar imediatamente atendimento médico. A Prefeitura alerta para que não sejam realizados cortes, sucção, torniquetes ou aplicação de substâncias caseiras, pois essas práticas podem agravar o quadro.

Sempre que possível, é recomendado informar à equipe de saúde as características da serpente ou registrar uma imagem à distância, sem se colocar em risco, para auxiliar na definição do tratamento. Em situações de emergência, o Centro de Informações Toxicológicas do Rio Grande do Sul atende 24 horas pelo telefone 0800 721 3000.