Defesa Civil avalia abrangência da estiagem na oferta de água e na agricultura

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No momento não há indicativo em relação ao desabastecimento de água no Rio Grande do Sul, bem como risco de prejuízo à geração de energia elétrica

A Defesa Civil Estadual realizou, na manhã desta terça-feira (7/1), reunião técnica com os representantes do Departamento de Recursos Hídricos da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), Sala de Situação e Emater para avaliar os efeitos da estiagem no Rio Grande do Sul.

O clima seco e quente do verão está dentro da média prevista para o período. Esta condição meteorológica deverá se estender até o fim de fevereiro, com baixos volumes de chuvas.

Na agricultura, as perdas ocorrem de forma pontual em diferentes culturas.

No momento não há indicativo em relação ao desabastecimento de água no Rio Grande do Sul, bem como risco de prejuízo à geração de energia elétrica.

A Defesa Civil, contudo, alerta para a manutenção do uso racional e econômico da água, pois pode haver alteração neste quadro ao longo do verão.

Em relação à declaração de Situação de Emergência em decorrência da estiagem, a Defesa Civil esclarece que o registro deve ser relacionado à falta de água para consumo humano e a prejuízos na cultura agrícola de pequenos agricultores, o que interfere na subsistência das famílias.

A partir da decretação de Situação de Emergência, o município tem 20 dias para conclusão do processo que possibilita a homologação por parte do Estado e o reconhecimento pela União.

As equipes da Defesa Civil do Estado, da Sema e da Emater permanecerão acompanhando a estiagem em suporte técnico aos municípios e comunidades prejudicas.

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