Campanha pelo fim do assédio contra mulheres distribuirá 70 mil tatuagens no Planeta Atlântida

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Chefe de Polícia do Estado, Nadine Anflor (E), aderiu à campanha coordenada por Bianca Feijó | Foto: Ascom SJCDH

O objetivo é instruir, orientar e trabalhar para uma mudança comportamental na sociedade

A campanha “Não é não”, que busca o fim do assédio e da importunação sexual contra mulheres, foi lançada pela Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), com apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Polícia Civil e do Ministério Público do Trabalho (MPT). A primeira ação está marcada para a próxima sexta-feira (31/1), no Planeta Atlântida, no Litoral Norte. O objetivo é instruir, orientar e trabalhar para uma mudança comportamental na sociedade, visando à diminuição dos casos de assédio contra as mulheres.

Durante o evento musical, uma equipe do Departamento de Política para as Mulheres (DPM) distribuirá na entrada do evento 70 mil tatuagens temporárias com o slogan da campanha, reforçando a mensagem da mobilização. “É um assunto de extrema importância. Não podemos mais aceitar e tolerar qualquer tipo de violência. Para isso, estamos mobilizados para debater muito com a sociedade gaúcha e avançar no trabalho”, destaca o titular da SJCDH, Catarina Paladini.

A diretora do DPM, Bianca Feijó, descreve a campanha como uma iniciativa para conscientização real da população contra o assédio sofrido pelas mulheres. “A nossa mensagem é a conscientização de respeito, porque depois do não, tudo é assédio. Então, nós não podemos consentir”, reforça.

A chefe de Polícia Civil do Rio Grande do Sul, delegada Nadine Anflor, salienta que a corporação deve ser procurada e que as mulheres têm de confiar no trabalho policial. “Queremos estar ao lado da população para receber denúncias, ocorrências e sempre alertar que não é não. A importunação sexual é crime, punido com reclusão de um a cinco anos”, informa.

A campanha acontecerá também durante o período do Carnaval. Depois, a intenção é desenvolvê-la em outros locais públicos, ampliando o alcance da mensagem.

Texto: Ascom SJCDH

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