A prorrogação ocorreu porque a meta de imunizar 90% para alguns grupos não foi alcançada

Os estados que ainda não atingiram a meta de vacinar 90% dos grupos prioritários contra a Influenza (H1N1, H3N2 e Influenza B) poderão continuar imunizando a população até o dia 30 de junho. No Rio Grande do Sul, a cobertura vacinal foi de 66,42% da população estimada de 5.069.591, com 3.367.042 doses aplicadas em todos os grupos prioritários.

Em São Marcos, a cobertura vacinal até o dia 22 de maio, era de 89,28%, somente idosos (3179 ou 118,66%), puérperas – mães de bebês até 45 dias- (30 ou 107,14%) e trabalhadores da saúde (600 ou 123,20%) haviam batido a meta de 90% de imunização. A menor procura pela vacina é de crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, portadores de doenças crônicas e pessoas de 55 a 59 anos.

Dados parciais do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), no que se refere aos resultados da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, demonstram que foram vacinadas até 25/05, 48.059.096 pessoas de um total de 77.728.419 de pessoas, com alcance de uma cobertura vacinal de 61,83%

Em todo o Brasil a meta de cobertura vacinal (90%) foi alcançada para os grupos das pessoas com 60 anos ou mais (113,3%) e trabalhadores da saúde (103,01%). Não foi alcançada para os outros grupos prioritários.

A vacinação contra influenza tem por objetivo a redução do número de complicações, internações e índice de mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus da gripe, nos grupos-alvo definidos, em especial frente a situação que o país enfrenta com a pandemia de coronavírus.

Recomenda-se que as doses existentes nos municípios devem continuar sendo destinadas aos grupos prioritários já elencados:

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