Capital Gaúcha dos Caminhoneiros, São Marcos apoia manifestações pelo País

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Fotos: Divulgação/PRF

Conforme o presidente da AMSM (Associação dos Motoristas São Marquenses), o trecho da BR-116 que compreende o perímetro urbano de São Marcos está sendo monitorado. “Ainda não há paralisações na cidade, mas se tiver fluxo de caminhões iremos realizar bloqueios”, disse Oneide Fredrez ao São Marcos Online na manhã desta terça (22)

A série de protestos de caminhoneiros que atinge rodovias pelo Brasil continua nesta terça-feira, 22 de mais, em razão do aumento nos preços do diesel. A categoria já havia prometido a paralisação na semana passada se não fossem atendidas uma série de reivindicações apresentadas ao Governo Federal. Na segunda-feira, as ações paralisaram estradas em 19 Estados e no Distrito Federal.

Um dos objetivos do movimento é zerar a alíquota de PIS/Pasep e Cofins e a isenção da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). Nesta terça, o governo fará uma nova rodada de reuniões sobre o assunto com a Petrobrás.

Na Serra Gaúcha há dois pontos de manifestações desde a manhã de segunda-feira, um em Farroupilha e outro em Vacaria, na BR-116. Manifestantes atearam fogo em pneus à margem da rodovia e motoristas de caminhão estão sendo convidados a aderirem ao movimento.

Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o movimento é pacífico em ambos os sentidos e veículos de passeio estão circulando normalmente. No momento, há manifestações nos quilômetros 34, 40 e 43 da BR-116 em Vacaria.

Em São Marcos, Capital Gaúcha dos Caminhoneiros, ainda não há manifestação da categoria, mas conforme o presidente da AMSM (Associação dos Motoristas São Marquenses), caso haja aumento do fluxo de caminhões na BR-116, os grupos de caminhoneiros irão bloquear o trânsito em apoio aos demais grupos do País.

“Estamos monitorando e caso haja fluxo vamos nos manifestar também” disse Oneide Fredrez em entrevista ao São Marcos Online na manhã desta terça-feira, 22.

Ele manifesta solidariedade e convoca à classe a aderir à paralisação. “Essa sempre foi a última alternativa, mas diante de tanto imposto está se tornando impossível trabalhar na estrada, hoje metade do frete vai apenas para o combustível, sem contar com manutenção e pedágios’ justifica o presidente da entidade que representa a categoria no município.

Oneide destaca que isso prejudica o escoamento da produção nacional, tanto agrícola quanto industrial, porém pede apoio também destes setores. “É uma rede e se o caminhoneiro não vai bem todo restante fica comprometido, precisamos de entendimento e poio de todos para que as manifestações tenham algum efeito desta vez”, aponta Fredrez.

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