São Marcos tem 85 casos de HIV registrados

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No mês marcado pelo Dia Mundial de Luta contra a AIDS (1º de dezembro), equipes de Saúde reforçam ações no município.

A Secretaria Municipal de Saúde atua na prevenção, diagnóstico e tratamento precoce da doença. Desde 2013 são oferecidos testes rápidos de HIV em todas as Unidades de Saúde e orientação aos portadores do vírus.

De acordo com o Ministério da Saúde, a garantia de tratamento para todos reduz em 16% dos casos de óbitos causados por AIDS no Brasil. De 2014 a 2017 houve uma queda de 0,9 mortes por Aids a cada 100 mil habitantes no país, o que indica um resultado positivo quanto aos testes rápidos que identificam a presença do vírus e à eficácia no tratamento fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), o histórico de São Marcos é de 85 casos de HIV/Aids registrados, dos quais 5 pacientes foram a óbito. Apenas em um caso, registrado há 20 anos, ocorreu por transmissão vertical, ou seja, da mãe para o filho durante o período de gestação, no parto ou ainda pela amamentação.

Atualmente, há o acompanhamento de 5 crianças que foram expostas ao vírus HIV e, até o momento, todas permanecem sem manifestação da doença.

“Essa taxa positiva com relação a transmissão vertical se deve ao pré-natal de qualidade, no qual se preconiza os testes de HIV para a mãe e para o parceiro e, em casos positivos para o vírus, há o tratamento com os antirretrovirais durante a gestação para a mãe, parceiro e, após o nascimento para o bebê, também. Ainda, as consultas de acompanhamento do bebê, os serviços de referência especializados e a capacitação dos profissionais de saúde também são fundamentais”, explica a enfermeira responsável pela Vigilância Epidemiológica em São Marcos, Bruna Gonçalves.

Bruna reforça a informação de que no município, além do teste rápido HIV, também são oferecidos no setor público testes de Sífilis, Hepatite B e C para toda a população nas Unidades de Saúde, de forma rápida, gratuita e sigilosa. Para a realização de qualquer um dos testes não é necessário prescrição médica, basta buscar a unidade de saúde mais próxima ou procurar um profissional de saúde. Nas unidades de saúde também são distribuídos preservativos masculinos e femininos, além de informativos sobre o HIV.

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