Laudos comprovam que ossos encontrados após incêndio em 2017 são de mãe e filha

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Foto: São Marcos Online - arquivo

Fato aconteceu na madrugada da quarta-feira, dia 3 de maio do ano passado no Monte Calvário, área central de São Marcos. Dois dias depois foram encontrados restos mortais em uma das residências. Inquérito aponta que incêndio foi criminoso e motivado por tráfico de drogas.

Conforme divulgação da Delegacia de Polícia Civil de São Marcos à imprensa local nesta terça-feira, dia 12, após mais de uma no a perícia confirmou as suspeitas de que os ossos encontrados nos escombros do incêndio que destruiu cinco moradias em maio de 2017 são de Angela Maria Moraes Sá; 45 anos, conhecida como Toti, e Andreza Ribeiro Sá; 23 anos. Mãe e filha estavam desaparecidas desde o dia do incêndio.

Elas moravam no “castelinho”, conhecido e antigo ponto de tráfico do município. Conforme o delegado, a causa do incêndio teria sido criminosa e um possível acerto de contas entre traficantes. O trabalho de investigação iniciou com o delegado Luciano Righes Pereira e agora segue nas mãos do delegado Edinei Albarello, titular da delegacia de São Marcos. Delegado Albarello afirma que após ouvir testemunhas foi possível confirmar que o sinistro teria sido criminoso e com a intenção de matar Angela e Andreza.

O suspeito de ser o mandante tem 47 anos e reside em Caxias do Sul, ele será indiciado e o processo será encaminhado ao judiciário, se o promotor entender que há indícios suficientes o suspeito vira réu e irá a julgamento.

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